Descubra o Google AMP e a otimização das páginas web para mobile

19/6/2018

Descubra o Google AMP e a otimização das páginas web para mobile

Hoje iremos discutir sobre mais uma inovadora ideia do Google para te ajudar a chegar mais longe na internet. 

Já ouviu falar nas AMPs?

 Fica ligado que eu já vou te contar!

Você vai conhecer tudo sobre elas e vai aprender o que é necessário para configurar uma AMP no seu site agora mesmo. 

Acompanhe a leitura!

Leia também: O que é AMP?

O que são as AMPs?

Descubra o Google AMP e a otimização das páginas web para mobile

As AMPs são as accelerated mobile pages. O nome pode não soar familiar, mas tenho certeza de que você já sabe o que essas páginas são mesmo que indiretamente. Você se lembra no início da febre dos smartphones o quanto era demorado o carregamento de uma página web no celular

Se lembra que pouquíssimos portais ofereciam uma versão mobile de suas páginas? Pois é, tudo isso mudou quando em 2015, a Google junto aos parceiros Wordpress, Linkedin, Pinterest e Twitter se uniram no projeto AMP – Accelerated Mobile Pages

A ideia era configurar páginas para carreamento ultrarrápido, que combinam e muito com o que se espera de serviços mobile, afinal, ninguém quer perder tempo.O projeto todo se deu focando em ser open-source, ou seja, de código aberto, para que muito mais pessoas pudessem se envolver e ajudar a transformar a navegação via mobile, para consultar o código de qualquer página AMP, basta visitar o Github.

As AMPs funcionam como uma segunda versão do website, quando identificado o acesso via dispositivo móvel, é ela quem é carregada. A partir delas, a ideia é que muito mais conteúdo possa ser propagado pela internet e que muito mais usuários sejam atingidos por eles, por conta do rápido carregamento, da interface simplificada e interativa.

Bacana, não é?

Leia mais: AMP e Pagespeed Insights do Google: Entenda a diferença

Como funciona o Google AMP?

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A ideia por trás do carregamento rápido dessas páginas, é que são deixados de lado uma série de detalhes no código-fonte para otimizar o carregamento, permitindo que somente o essencial seja exibido dentro de um layout mais simples. 

As páginas AMP são como qualquer outra página HTML, permitindo uma grande variedade arquitetônica, podendo incluir inclusive fotos e vídeos e muito mais.

Os arquivos das AMPs podem ser armazenados em cache na nuvem para possibilitar um carregamento ainda mais rápido e ser armazenado por sites terceiros, sendo que a Google armazena uma cópia em cache de todas as AMPs.

Não deixe de ler: Empresas estão enlouquecendo pelo AMP para aceleração mobile

Qualquer pessoa pode usar as AMPs, desde que compreenda que as páginas poderão ser rastreadas, indexadas, exibidas (sujeito ao protocolo de exclusão de robots) e armazenadas em cache por terceiros. A Google enfatiza que o objetivo final é fazer com que todo o conteúdo já possível em páginas HTML não-otimizadas deverá funcionar em páginas em versão AMP.

Existem três partes importantes que compõem a página em AMP:

AMP HTML: Corresponde à versão AMP do código HTML original da página. Essa diferença está consiste em alguns tipos de conteúdos que não entram no código da versão acelerada, além de algumas tags que são substituídas para o aumento da  velocidade de carregamento.

AMP JS: Garante a exclusão de JavaScript de terceiros do código e assegura o carregamento rápido da página. As páginas AMP executam apenas JavaScript assíncrono, substituindo assim os elementos em JavaScript por outros compatíveis com as páginas aceleradas. 

Tudo isso não é um empecilho para que as páginas AMP tragam elementos interativos e lúdicos ao usuário como normalmente são os botões e menus em Java, uma vez que existe uma biblioteca disponível para que as substituições possam ser feitas sem que haja prejuízo ao bom funcionamento do site.

Dica: Você pode consultar a biblioteca clicando aqui <https://www.ampproject.org/docs/reference/extended.html>.

Google AMP Cache: Permite que suas páginas AMP sejam armazenadas pelo Google Cache. O interessante é que isso permite que sejam configurados analytics específicos para as versões aceleradas de suas páginas na web, uma vez que essas cópias em cache são lidas pelo Google como independentes da não-aceleradas.

Como configurar uma versão AMP do seu site

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Não é uma tarefa muito difícil para os editores de sites a configuração de uma página AMP. Se você tem interesse basta conversar com seu editor e pedir a ele a configuração. Existe muito material online e a própria Google auxilia aqueles que não têm tanta familiaridade com a tecnologia no portal online do AMP Project, que você pode consultar aqui <https://www.ampproject.org/pt_br/> na Biblioteca do AMP Project.

Lembre-se, mais uma vantagem desse projeto é o fato de ser open source! Fica tudo mais fácil com tanto material disponível para quem tiver curiosidade em conhecer, não é mesmo?

Se o seu site está hospedado no Wordpress, já é oferecido um plugin especial para a configuração do AMP. Com isso, fica muito fácil até para quem não é nenhum expert, configurar você mesmo uma página de carregamento rápido. 

 Então, não perca tempo e converse com o seu desenvolvedor sobre a configuração de sua página em AMP! Afinal, tempo é o que realmente não se pode perder na era do marketing digital e você com certeza quer fazer seu negócio ser notado e reconhecido o mais rápido possível, não é?

Dica: Para saber se um site possui versão AMP configurada, o que normalmente é aconselhado é digitar “/amp” após a URL.  
Não deixe de ler: Mobile marketing: Conheça e aumente suas vendas!

Quem já está usando as páginas AMPs

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Os grandes portais de notícia foram os primeiros a aderir a onda das AMPs, justamente pela grande velocidade exigida para transmitir e propagar notícias pela rede nos dias de hoje. O The Guardian, por exemplo, tem desde 2016 a versão acelerada configurada para todo o seu conteúdo.

O Washington Post, a Time, o New York Times e o Wall Street Journal foram impulsionadores do projeto justamente por sentirem que essa necessidade era gritante no setor da informação. Os brasileiros não ficaram para trás, e exemplos os portais de notícias da UOL, G1 e Estadão, todos configurados para carregamento rápido em dispositivos mobile!

Fora do mundo das notícias, há empresas de outros segmentos como o Magazine Luiza, do setor de atacado, que já disponibiliza a versão AMP para os usuários não perderem tempo em suas compras via celular ou tablet. 

Com certeza, há muito mais por vir e muitos outros portais entrarão na crescente onda das AMPs. Afinal, nunca houve tanta fome de velocidade entre os usuários da internet!

Leia também: O poder do mobile para aumentar as vendas e-commerce

Gostou? 

Não deixe de comentar o que achou e espalhar esse post por aí. Converse com seu desenvolvedor sobre mais essa particularidade para estar alinhado às necessidades dos tempos atuais para quem não pode ficar para trás! Lembre-se de que a ideia é sempre fazer a mensagem chegar o mais rápido e o mais longe possível.

Melhore seus resultados e seu alcance com essa simples e inovadora solução do Google, com o apoio de usuários do mundo todo.

Fique por dentro de nossas novidades e até logo! 😃

Autor

Gabriel Heitzmann

Viciado em tecnologia e em café. Falo pelos cotovelos.

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