Marketing

Industrias no ecommerce: mudanças no comportamento do consumidor

15
Jun
2021

Victoria Ribeiro

Sou uma redatora cabulosa, estou aqui para sabotar seu raciocínio.

Historicamente a tecnologia está ligada a revoluções, transformações e avanços.

Entre tantas tendências na era moderna, a transformação digital na indústria é mais um fenômeno a ser testemunhando e que é capaz de transformar toda economia e nossas próprias vidas. Assim, como a indústria tem sido muito influenciada pelas transformações digitais, o consumidor também, e está cada vez mais exigente! 

E o seu negócio precisa conhecer e aproveitar os inúmeros recursos que a revolução industrial trouxe ao universo corporativo. 

É certo que, os negócios que se prepararem em tempo hábil, se esforçarem na direção de compreender mudanças no comportamento do consumidor, com certeza, sairão na frente e terão uma grande vantagem competitiva. Então, se você está considerando abrir um e-commerce e está em busca de mais informações sobre modelo B2B ou D2C, use o CRM e sistema antifraude e segurança nas transações. Confira nosso artigo!

Mudanças tecnológicas e o impacto no comportamento do consumidor

O consumidor moderno é mais exigente, e você não tem dúvidas disso, certo? 

Logo, o seu negócio precisa conhecer e aproveitar as oportunidades que os diversos recursos oriundos da revolução industrial trouxe ao mundo corporativo.

Atualmente, a conexão entre pessoas e empresas permitiu que as relações se estreitaram e assim, há maior agilidade também na atualização de dados em tempo real;  o que é essencial para o crescimento e fortalecimento do setor industrial, mercadológico e econômico do Brasil.

A transformação digital é o primeiro grande fator nas empresas e garante estabilidade de mercado. Além disso, pode ser apontada como um importante método para a sobrevivência e desenvolvimento de negócios, principalmente diante da pandemia.

A internet está em constante mudança, assim como também surgem novas descobertas científicas, novas funcionalidades e equipamentos nas mais diversas áreas do conhecimento e da produção, como engenharia, medicina, informática e biomedicina.

A partir dessas transformações, toda a sociedade pode ser vista como mais atenta (antenada), e ainda há as atualizações constantes, o que também pode causar preocupações. Diante do imediatismo das transformações, é natural que exista uma desvalorização de objetos e superficialidade nas relações pessoais e profissionais.

No entanto, por outro lado,  sabemos que a invenção de máquinas inteligentes, novos automatismos nas empresas e indústrias, exigem cada vez mais profissionais qualificados e com especializações, e esse não é um fator ruim.

Mudanças não ficaram apenas restritas a negócios, o próprio mercado de trabalho está sofrendo os impactos de todas essas mudanças e, consequentemente, há questões dentro do negócio a serem analisadas e repensadas. Os profissionais de hoje precisam buscar novos conhecimentos e devem aprender a lidar com todos os novos recursos que a indústria moderna está exigindo.

Modelos de e commerce B2B

B2B é a abreviação da expressão em inglês business-to-business, que em tradução para o português pode ser relacionada a algo em torno de  “de empresa para empresa”.

O termo faz referência a quando duas empresas fazem negócios como cliente e fornecedor. Esse tal negócio pode ser associado a um produto ou serviço. Por exemplo, um fabricante de madeiras pode vender para as montadoras de móveis, no setor da moda, um atacadista vende para lojistas do varejo, entre muitas outras situações.

Os valores do b2b são diferentes, nele não existe um ponto de venda, e sim, relacionamento e valor agregado. Além disso, as vendas são complexas, isso porque demandam processos mais elaborados, afinal, é comum que o produto seja mais difícil de compreensão e o seu preço mais alto. No b2b, ou seja, numa relação de empresa para empresa, há muitos tomadores de decisão, esta é uma característica que também influencia em um processo de venda mais longo.

No B2B, as negociações são simples, descomplicadas, não existe burocracia e complexidade para compreender a funcionalidade do produto, além disso o ato da compra pode ser realizado em poucos minutos, já que do início ao fim, geralmente é um único consumidor que toma a decisão.

Indústrias no e-commerce: O que é D2C?

D2C (Direct to Consumer), também é um novo conceito que está transformando a indústria. Trata-se de um novo modelo para vendas que também tem gerado bons resultados. 

D2C envolve negócios e transações realizadas diretamente entre indústria, franqueados, importadores e distribuidores e o consumidor final. Esse modelo de negócio impulsiona a estruturação de logística sem intermediários. É um modelo que ganhou força através do e-commerce, afinal, facilitou a relação direta com o cliente, sem a necessidade de se investir em uma loja física.

A partir do uso de ferramentas oferecidas pela venda online, as indústrias conseguem mensurar dados e compreender os hábitos e desejos do consumidor, transformando-os em um importante diferencial competitivo. Além disso, elas conseguem aumentar o marketshare, disponibilizando aos consumidores modernos mais de um canal de vendas, ou seja, experiências de compra diversificadas.

Uso de CRM

CRM, sigla para Customer Relationship Management, é uma ferramenta de vendas cujo objetivo é registrar e organizar todos os pontos de contato que um consumidor tem com o vendedor de uma empresa. Além disso, o CRM é importante para fazer abordagens mais eficientes, já que armazena todo o histórico do cliente potencial. Em síntese, ter um software, mas saber manuseá-lo bem pode ser arriscado, ainda assim é uma excelente estratégia de marketing com objetivos e metas é fundamental o sucesso.

Para que tudo saia nos conformes, o programa de automação de marketing deve contar com várias funcionalidades que não se limitem apenas ao E-mail Marketing e Redes Sociais, mas que abranjam o marketing digital como um todo.

Se tratando de redes sociais, dependendo do seu público-alvo, sua empresa vai precisar estar presente em praticamente em todas, manter a frequência constante de publicações e medir os resultados das ações nesses canais.

Ao invés de acessar e analisar uma por uma, você pode utilizar a ferramenta de automação para programar as publicações em mais de uma rede ao mesmo tempo e ter acesso a relatórios que mostram a performance de cada uma em um único lugar.

Já as ações de E-mail Marketing, por exemplo, na maioria das vezes exigem conhecimento de HTML e códigos que podem ser difíceis de configurar, por isso a importância da automação.

Quanto à conquista de novos leads é possível por meio da entrega de materiais ricos, por exemplo, ter um software para criar a landing page em que seja disponibilizado materiais que as pessoas possam baixar após preencherem um formulário e, assim, se tornarem leads da sua marca.

Estratégias de marketing para o comportamento do consumidor moderno


O marketing digital está em constante transformação, até aí isso não é novidade… Agora, Content Experience é uma nova técnica (científica) de marketing de conteúdo, seu objetivo é ser ideal para planejar, gerir e escrever conteúdos que geram taxas de leituras maiores, podendo alcançar até 10x mais, dessa forma, se colocando no topo dos buscadores e altamente persuasivos.

Diferente de outras formas de escrita, que podem ser mecânicas ou  bastante “literárias”, o Content Experience é um modelo de escrita prático, científico, persuasivo, focado na experiência do usuário. Pensando em obter tráfego? Esta é a melhor forma de escrever conteúdos com objetivo de obter tráfego orgânico e melhorar a experiência do usuário.

O que é Content Experience? 

Basicamente, é escrever conteúdos com orientação de dados e métricas. Não se faz marketing sem dados precisos, com conteúdo não é diferente. Listamos as 5 métricas mais importantes, até mesmo indispensáveis, para fazer Content Experience, são elas:

  1. Volume de busca: quantidade média de pessoas que buscam sua palavra-chave no Google (todo mês);
  2. Posição média da palavra-chave: posicionamento do seu termo nos mecanismos de busca; faça sempre um antes e depois para comparar as posições (mesmo que o antes seja zero.)
  3. Tráfego: visitantes que aquele determinado conteúdo irá trazer, leve em consideração fazer um ‘’antes e depois’’ aqui também. 
  4. Tempo de Leitura: métrica mais complexa de obter, principalmente no Google Analytics. A complexidade é devido a sua contagem só valer para páginas que não obtiveram bounce, que distorce completamente as métricas, mas é o caminho mais fácil: usar métricas de Duração da Sessão e Tempo Médio na Página.
  5. Taxa de Retenção: dados de ferramentas de mapas de calor.

Como estruturar um conteúdo para a melhor experiência do usuário

1. Escolha a palavra-chave correta e analise a SERP: a partir disso, será possível entender o que o seu usuário deseja encontrar em conteúdo; faça a análise dos principais resultados, das buscas relacionadas, essa ação permitirá, com clareza, identificar as dúvidas que o usuário quer responder.

2. Faça uma introdução envolvente: a introdução é o cartão postal do conteúdo, é aqui que você irá apresentar de um modo geral o seu conteúdo, preste atenção nos detalhes para não entediar o leitor logo de cara.

3. Índice de tópicos: este é opcional, porém, tem sido bastante útil para os usuários que buscam por uma experiência objetiva e sabem exatamente em qual lugar querem chegar (além disso, permite trazer uma visão geral do que exatamente o usuário vai encontrar no site, tem tudo a ver com experiência do usuário.)

4. Título e Subtítulos persuasivos: apesar de muitas pessoas acharem que simplesmente basta atrair o tráfego e com isso o visitante irá ler o conteúdo, porém, na realidade é um pouco diferente: o usuário tem hoje tanta dispersão, sempre fazendo mais de uma coisa ao mesmo tempo, que você deve ser persuasivo e “vender” a continuação da leitura sempre que possível!

5. Parágrafos do conteúdo: pode parecer que não, mas esse ponto é muito importante. Cada seção de um texto deve ter aproximadamente 6 parágrafos, é o suficiente para grande parte dos textos, mas há exceções, principalmente quando os conteúdos se aproximam de formatos tutoriais. 

SEO Experience: como melhorar a experiência do usuário

Um site otimizado traz como resultado um fluxo maior de pessoas. 

Lembre-se: tão importante quanto criar uma audiência é garantir que ele esteja interessado no que você tem a oferecer.

O tráfego qualificado é desenhado pelos usuários que já possuem algum conhecimento sobre o que o seu negócio aborda. Diante disso, estão mais próximos de se tornarem clientes. Com o SEO, é possível alcançar exatamente seu público-alvo. Ao aparecer em posições elevadas em resultados de pesquisas específicas, o seu site se torna a resposta para a dúvida do usuário.

O SEO é responsável por fazer a ponte entre seu público e seu negócio. Ele ajuda a aumentar a exposição dos conteúdos, ampliando as chances de que eles recebam visitas, tudo de maneira orgânica. Se tratando de SEO, é sempre importante contar com um conjunto de estratégias e ações para resultar em melhores resultados para o usuário e algoritmos dos buscadores. Algumas das propostas da WebPeak, a partir das ferramentas de SEO

  • Pesquisas de nicho de palavras-chaves efetivas;
  • Auditorias e análises de sites;
  • Construção de link building (agora denominada como link earning);
  • Métricas de mídia social;
  • Análises detalhadas de marketing.

Um dos diferenciais das ferramentas é que o investimento em SEO é feito em Real (moeda brasileira), viu como será uma decisão mais que certa? Principalmente nesses tempos instáveis e que qualquer contenção de dinheiro é bem vinda. Além disso, ao investir em SEO outros fatores são absorvidos em todos os âmbitos internos de um negócio que está presente na internet. 

A WebPeak tem soluções em SEO para seu negócio, confira nossas ferramentas de SEO que nunca deixaram a desejar! Entre em contato.











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