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SEO é a solução para seu negócio Vender Mais na internet

19/12/2018

SEO é a solução para seu negócio Vender Mais na internet

Sem dúvidas você já ouviu falar do Google, não é mesmo?

Mas poucas pessoas sabem como funcionam os buscadores e seus algoritmos. Fato é que toda vez que uma página é publicada na internet, os buscadores agem de modo a indexá-la para que seja encontrada por quem a procura.

Neste conteúdo vamos te apresentar o mapa de SEO para você entender a importância de focar em SEO no seu negócio, e ganhar mais visibilidade sem pagar pelo clique!

Leia também: Descubra as ferramentas de palavras-chave da WebPeak

Onde o SEO entra nessa história?

SEO (search engine optimization ou otimização para mecanismos de busca) é o conjunto de ações e estratégias de Marketing Digital que têm como finalidade aumentar o tráfego e desempenho de um site por meio de resultados orgânicos de mecanismos de pesquisa como Google, Bing e até YouTube.  

Como driblar a concorrência, afinal, são milhares de páginas sendo publicadas diariamente na internet?

Este é o momento de chamar o SEO (Search Engine Optimization)!

A própria tradução sugere sua definição: SEO trata-se de uma otimização para os motores de busca. Agrega um conjunto de técnicas que influenciam os algoritmos dos buscadores a definir o ranking de uma página para determinada palavra-chave que foi pesquisada.

Ao realizar uma compra na internet, você busca o produto almejado no Google com os termos chave relacionados ao que busca comprar. Exemplo: óculos ray ban.

A vantagem estará ao lado de empresas que investem em SEO e aparecem de forma orgânica no Google. Afinal, quando você tem um negócio na internet, você pode pagar para aparecer na primeira página dos buscadores, ou investir em SEO para aparecer de forma orgânica. Este é um excelente caminho para você alcançar seus objetivos, sobretudo se o seu negócio está no começo e não há tanto capital para ser investido.

Como surgiu o SEO

Em 1993 surgiu o Architext, será que você tem idade suficiente para se lembrar? Este é considerado o primeiro buscador da internet (que se tornou o Excite). Com o sucesso, novos sites semelhantes surgiram, como Yahoo! (1994) e, por fim, o Google (1997).

Fundado por Larry Page e Sergey Brin, inicialmente o Google foi criado para ser uma ferramenta de busca de larga escala e agir de modo a “organizar a internet”. E para essas finalidades era utilizado a estrutura de links para determinar a relevância das páginas de acordo com a busca do usuário.

A visão de fazer uso de links recebidos por uma página é inspirada na dinâmica acadêmica: um artigo ou pesquisa científica que recebe citações de revistas e artigos de outros autores, sobretudo os que possuem melhor reputação, são considerados mais confiáveis.

A partir disso foi desenvolvido o Pagerank: uma métrica de 0 a 10, criada por Larry Page e calculada pela quantidade e qualidade de links recebidos. Pagerank é o algoritmo do Google que classifica todos os sites e é considerado revolucionário para a internet.

Segundo esta postagem do Search Engine Land, em 1997 o termo SEO foi mencionado  mencionado pela primeira vez, no livro Net Results, escrito por Bob Heyman, Leland Harden e Rick Bruner. De acordo com eles, SEO surgiu em uma discussão sobre o posicionamento do site da banda Jefferson Starship em sites de busca.

SEO: visionário e consistente

Uma coisa é muito certa: a otimização de sites para mecanismos de buscas é realizada para alcançar o usuário entregando a resposta que ele procura com o formato ideal, resultando na melhor experiência para o usuário. Ao incluir mais palavras-chave com o nome da banda no conteúdo do site, foi possível notar que o site voltou para a primeira posição. Com isso, Bob e Leland chamaram essa técnica de Search Engine Optimization.

Desse processo se deu o nascimento do SEO. Até a popularização do Google, as ações de SEO estavam limitadas ao envio do site aos buscadores e otimizações on-page, como a inclusão (e repetição) de palavras-chave no conteúdo.

A partir da popularização do Google os profissionais de SEO passaram a olhar mais para a métrica de links, que é fundamental para o buscador. Disso surgiram estratégias em torno do link building, ou seja, passou-se a explorar técnicas legítimas para obtenção de links quanto práticas mais profundas, focadas somente em melhorar a avaliação do site, independentemente da qualidade.

Evolução do SEO

As técnicas que mencionamos acima, de manipulação do ranking, ficaram conhecidas como Black Hat SEO.

Em 2000, virada do milênio, o Google Toolbar foi lançada para o Internet Explorer, que apresentava o Pagerank dos sites, de 0 a 10. Esse acontecimento tornou as técnicas de link building ainda mais mensuráveis e populares.

No mesmo ano, os resultados orgânicos do Google receberam companhia: o tão conhecido Google AdWords foi lançado, incluindo resultados patrocinados, que permanecem nos resultados de pesquisa até hoje.

Desse momento para os anos seguintes só foram avanços. Após anos de otimizações de sites, geração de links e muita manipulação do ranking com técnicas Black Hat, em 2003 foi lançada a primeira grande atualização do seu algoritmo, chamada de Florida, que mudou o SEO até nos dias atuais, reverteu para sempre sua aposta inicial.

Na época, houve um artigo escrito por Gord Hotchkiss que afirmava que o Florida era um filtro aplicado nas pesquisas com base comercial, identificadas pelo uso de palavras-chave específicas. Sua função era limpar muitos dos sites que anteriormente preenchiam o ranking (em inúmeros testes, a ferramenta chegou a remover 50 a 98% dos sites listados). O grande alvo eram sites afiliados, que possuíam domínios que continham palavras-chave e com uma rede de links apontando para a página inicial do site.

Algoritmos do Google e suas atualizações que afetam o SEO

Um site bem ranqueado no Google para palavras-chave estratégicas podem ser diferenciais importantes no faturamento de sua empresa. Entretanto, para garantir que seu site esteja bem posicionado, é fundamental conhecer os principais fatores de ranqueamento que são utilizados pelos algoritmos do Google.

Os algoritmos nada mais são do que fórmulas responsáveis por transformar perguntas em respostas para usuário em suas buscas. É permanente o trabalho do Google em torno das atualizações de seus algoritmos para aperfeiçoar a experiência do usuário. A cada atualização o Google busca diminuir o ranqueamento de sites que possuem pouco conteúdo, ou não têm boa qualidade.

Um ponto importante é que cada atualização possui um nome diferente. Neste conteúdo vamos abordar algumas delas como Google Panda, Hummingbird, Piegon, Penguin, Rankbrain, Possum e Mobile Friendly. Fique por dentro das principais atualizações!

Leia também: Google Tools

Google Panda

O Google Panda é uma atualização que passou a ranquear sites através do conteúdo apresentado ao usuário. O objetivo central era o de punir sites que apresentavam conteúdo de baixa qualidade, e também conteúdos copiados de outros sites.

Até o momento da atualização do Google Panda, era comum que sites com pouco conteúdo, ou de baixa qualidade, fossem bem ranqueados. Entretanto, a produção de conteúdos relevantes, completos e originais passou a ser uma tarefa fundamental na estratégia de SEO. O Panda está em constante atualização desde 2011.

Veja os erros que levam à punição aos sites, de acordo com a atualização do Google Panda:

  • Conteúdo duplicado;
  • Backlinks de baixa qualidade apontando para o seu site;
  • Bounce rate elevado;
  • Baixo índice de visitantes recorrentes;
  • Reutilização de conteúdo dentro do site (parágrafos ou textos padrão em várias landing pages);
  • Excesso de palavras-chave nas landing pages;
Não deixe de ler: Como Fazer o Google Encontrar o seu Site?

A intenção do Google a partir desta atualização é dar importância  à experiência que o usuário tem ao visitar o site. A análise é feita através das métricas que apresentamos.

Fato é que no momento que o Google Panda surgiu, muitas contraposições foram expostas. Afinal, afetou consideravelmente a colocação no ranking de inúmeros sites grandes. Porém, a atualização valorizou sites que seguem as métricas delimitadas.  

Como o Google Panda pode beneficiar seu site

Se por um lado, o Panda surtiu um efeito polêmico desde seu lançamento, por outro, é preciso compreender que a atualização é sua amiga. Se você está atento à otimização do site na visão do clientes, e não pratica nenhuma forma de black hat  e propõe conteúdos originais e mais relevantes para o usuário.

Os pontos mais visados são:

  • Qualidade
  • Credibilidade
  • Confiabilidade
  • Quantidade

E as principais métricas de experiência do usuário são:

  • Páginas/Visita
  • Tempo de Visita
  • Taxa de Rejeição

As principais métricas vão variar de site para site. Por exemplo, em um e-commerce é essencial dar atenção às métricas de Páginas/Visita, isso pelo motivo de que é mostrado que o usuário está buscando os produtos.

O Tempo de Visita é a prioridade central, afinal, mostra que a pessoa está lendo muito bem seu conteúdo.

Leia mais: O Guia de SEO para iniciantes

SEO + Google Panda

Só o SEO não é mais suficiente, se esforçar para ter um bom conteúdo, possuir um site que seja acessível aos mecanismos de busca, sobretudo após a pesquisa de palavras-chave e busca links externos é fundamental, e isso envolve as técnicas de SEO.

Entretanto, agora você também precisa refletir acerca de outras perguntas:

  • Como é a experiência do usuário no meu site?
  • As pessoas se identificam com a minha marca e podem compartilhar essa experiência de forma espontânea?
  • Você passa credibilidade para estimular a navegação?

Hummingbird

O algoritmo Hummingbird, que significa beija-flor em inglês, proporciona ao usuário resultados mais ágeis e com mais precisão, e este foi o motivo de seu lançamento em 2013.

O conteúdo passou a ser um fator de ranqueamento fundamental, e mais importante do Google nos últimos anos. Junto ao Penguin ( que iremos falar em breve), o Hummingbird veio para complementar esta tendência. Esta atualização tem como função apresentar resultados que vão além da palavra-chave buscada pelo usuário.

Dessa forma, o Google passa a levar em consideração o campo semântico do termo pesquisado, assim como o contexto pelo qual o termo está inserido, além disso, de considerar a relação desta busca específica com as pesquisas do passado feitas pelo usuário.

Não deixe de ler: Como evitar conteúdo duplicado com técnica de SEO

Pigeon

Pigeon, que significa pombo em inglês, foi lançada em 2014 e teve como finalidade beneficiar sobretudo pequenas e médias empresas. O nome faz alusão ao fato dos pombos identificarem distâncias com mais precisão.

Esta atualização foi responsável por conferir maior relevância para buscas locais, e diante disso o SEO se tornou ainda mais importante. Através do Pigeon, ocorre que quando uma busca é feita no Google é exibido resultados de empresas de acordo com a localização do usuário, assim como comentários de outros usuários, distância, preço, endereço, contatos, entre outras informações.

A relação desta atualização com a maior relevância para palavras-chave de cauda longa, e faz sentido devido a característica dos usuários que estão cada vez mais fazendo buscas por meio da voz.

O surgimento do Pigeon tem muito a ver com a necessidade de ser um aliado para empresas pequenas e locais. Diante disso, as empresas devem se preparar para usufruir das buscas locais. Todos as empresas inseridas na internet devem prestar atenção para algumas otimizações que necessitam ser feitas.

Leia mais: Google Apps e G Suite: Entenda a mudança de nome

Penguin

O Penguin foi lançado em 2012, e tem como foco o aperfeiçoamento dos resultados das buscas. Se por um lado o Panda pune sites com conteúdos de baixa qualidade, o Penguin busca identificar estratégias de link building que são consideradas NÃO legítimas.

O Penguin consegue fazer uma leitura do perfil de backlinks que apontam para o seu site, e assim, pune casos interpretados como spam ou black hat.

Leia também: Ferramentas de Backlink SEO Checker para a era Pós Penguin​

Possum

Possum é uma atualização que surgiu em setembro de 2016, seu impacto está diretamente ligado às buscas locais e relacionada ao Google Maps.

O objetivo da atualização é oferecer ao usuário ainda mais precisão geográfica nos resultados das pesquisas. Normalmente,quando o usuário realiza uma pesquisa sobre algum serviço, como por exemplo, lanchonete, o Google apresentará uma mapa de localização e abaixo uma lista de 3 lanchonetes mais próximas.

O Possum tem como proposta melhorar a experiência do usuário, apresentando resultados mais regionais de acordo como IP da máquina, tablet ou smartphone da pessoa.  

Não deixe de ler: Como você pode melhorar o ranqueamento de conteúdos com SEO

Impacto do Florida

Quando foi lançada, a atualização gerou revolta nos comerciantes, que tinham como os sites afiliados sua principal fonte de tráfego (e vendas).

Apesar do impacto negativo em um primeiro momento da atualização, os resultados foram positivos, com sites de mais qualidade sendo lançados, varejistas investindo mais no próprio site e melhorando os resultados da pesquisa. Ou seja, o intuito de organizar a internet estava sob controle.

Essa foi somente a primeira atualização do Google. Nos outros anos seguintes novas atualizações foram lançadas, sempre com objetivo de diminuir os resultados ilegítimos apresentados pelo buscador e melhorar a qualidade das buscas.

A partir de então, a cada atualização lançada pelo Google, passa-se a ser lançadas várias especulações sobre o fim do SEO. Entretanto, a otimização de sites para os mecanismos de buscas vai muito além de técnicas que visam manipular os resultados exibidos pelo Google, que são penalizadas e extintas com as atualizações.

Esta otimização é utilizada para alcançar o usuário entregando a resposta que ele procura com o formato ideal, oferecendo a melhor experiência possível no ambiente da marca e seguindo as ‘’regras’’ dos buscadores, colocam ‘’ordem e justiça’’ na internet.

Não deixe de ler: 10 dicas para seu plano de marketing 2019

Como fazer SEO de maneira correta para gerar resultados

Se você trabalha com criação e otimização de conteúdo para motores de buscas, é fundamental criar uma rotina e um calendário bem estruturado para levar para frente todas as tarefas importantes quando o assunto é SEO.

Este processo não é fácil, demanda disciplina e foco para ter em mãos as ferramentas certas de organização. Vamos apresentar a seguir os passos mais importantes, que funciona com excelência na WebPeak, e queremos compartilhar.

#1 Maneiras de fazer SEO: Criação de conteúdo

Com a consagração do marketing de conteúdo, o conteúdo tornou-se oxigênio para quem investe no módulo. A partir disso, é extremamente ter e mente que o conteúdo é fator primordial em uma estratégia de SEO. Mas preste atenção, isso não significa que você deva produzir muito em volume, porém, é importante focar em conteúdos valiosos para seus leitores, que de fato eles queiram absorver. Foque no seu público e não em produzir em massa só para gerar conteúdo.  

A periodicidade dos seus conteúdos dependerá do planejamento de seu negócio, porém, é fundamental manter a frequência estabelecida. Basta estipular o tempo de postagem e colocar a mão na massa.  Isso não significa que não existam blogs excelentes que postam conteúdos todos os dias. Não deixe de valorizar sua equipe e escolher o melhor modelo, que caiba na dinâmica de seu negócio.

Não deixe de ler: Plano de ação para vender mais em 2019

#2 Maneiras de fazer SEO: Atualização de conteúdo

Consideramos este item tão importante quanto produzir conteúdos, e certamente ele faz parte da rotina de SEO. Atualizar conteúdo é rever posts antigos que foram publicados há mais de 6 meses e que podem ser otimizados, com novas informações, revestimento de palavras-chave, imagens, entre outras ações.

Não perca o valor de conteúdos antigos por não estarem atualizados. Invista em atualizações em sua rotina de SEO.

O desenvolvimento e divulgação de conteúdo relevante é essencial para uma estratégia sólida de marketing. Diferente do outbound marketing (marketing tradicional), a oferta gratuita de informações e conteúdos relevantes é responsável por aproximar o profissional do seu público sem causar transtornos em torno da ética. Ou seja, é projetado o profissional do seu público sem ferir a ética, destacando autoridade na área de atuação.

A partir do momento que é impulsionado um conteúdo relevante, este trata-se do começo de uma trajetória que pode alavancar a imagem do profissional, clínica ou outra instituição da área no universo digital. Com essa metodologia, o caráter “mercantilista”, muitas vezes violento e autoritário, deixa de existir e se inicia um relacionamento muito mais saudável, de confiança e promissor.

Ao invés de campanhas tradicionais, claramente comerciais, pense em fazer o seu marketing com base em conteúdo relevante para aproximar seu público de seu negócio sem um caráter agressivo. Utilize os recursos digitais disponíveis e adequados ao seu público-alvo. Site, blog e redes sociais irão ajudar você a obter visibilidade e credibilidade, dentro da ética. Conquiste um público verdadeiro.

#3 Maneiras de fazer SEO: Pesquisa de palavras-chave

O valor das palavras-chave já foi bastante ressaltado neste conteúdo. A pesquisa de palavras-chave está entre os primeiros passos para iniciar uma estratégia de SEO. Entretanto, seu arquivo de termos relevantes deve ser sempre atualizado para continuar guiando seus próximos passos de SEO.

A WebPeak agrega um conjunto de ferramentas de SEO que são fundamentais para o melhor desempenho de seu negócio. Nossa ferramenta de palavra-chave permite que você encontre os termos corretos e menos disputáveis para seu melhor posicionamento. Na WebPeak é possível encontrar soluções em termos de SEO para você se destacar.

#4 Maneiras de fazer SEO: Otimização de snippets

Os snippets tratam-se de grandes responsáveis pelo CTR de uma página na SERP do Google. Ele é composto por title tag, meta description e URL.

Esta tríade do bem (Title, Meta Description e URL) quando bem alinhadas com termo de busca e intenção do usuário, maior é chance do usuário escolher sua página. Diante disso, é fundamental analisar semanalmente (pelo menos) os snippets para identificar se eles estão respondendo às perguntas do usuário na SERP e se estão atrativos o suficiente.

#5 Maneiras de fazer SEO: Link building

Falar que os Backlinks de qualidade são fundamentais para um SEO é quase um pleonasmo. Os links estão entre os fatores de maior peso de rankeamento do Google e é por isso que ficar de olho na saúde dos links, para então garantir que as pessoas corretas estejam chegando ao nosso seu canal, é fundamental. Não perca oportunidades de conquistar novos backlinks que sejam relevantes e de qualidade. Esteja em busca de atualizações e lugares saudáveis para integrar seu negócio.

Leia mais: Descubra qual é a ferramenta de SEO mais utilizada do Brasil

#6 Maneiras de fazer SEO: Design/usabilidade do site

O design do seu site diz muito sobre a experiência que seu visitante terá ao navegar por suas páginas. Regularmente é preciso rever nossas páginas para constar se estão alinhadas com o objetivo de suas personas.

O impacto visual é muito importante, sobretudo se seu público alvo são profissionais que atuam no mesmo campo que você, o que é muito comum se tratando do SEO.

#7 Maneiras de fazer SEO: Divulgação nas redes sociais

A periodicidade deste fator deve ser diária. Afinal, é muito provável que grande parte do seu público (se não todo ele) está inseridos nas redes sociais. De nada adianta criar um conteúdo fantástico se ele não chega a seu usuário, e as redes sociais são essenciais para O interessante é compreender em quais redes sociais seu público está (Instagram, Facebook, Twitter…) e atuar de forma consistente e interessante, já que lá você vai competir com conteúdos diversos.

#8 Maneiras de fazer SEO: Análise de concorrentes

Fique sempre de olho no seus competidores. E ,neste caso, não estamos falando necessariamente de concorrentes de negócio, mas sim de SERP!

Além de conseguir analisar seus concorrentes com o Rastreamento de Rank da WebPeak, você deve sempre estar atento às atualizações para estar à frente da concorrência.

Dica: Não deixe de investir em parcerias para agregar valor ao seu negócio e se destacar.

Separamos também para você: Analise de mercado: que tal aprender os segredos dos concorrentes?

Monitoramento das métricas de SEO

O monitoramento de métricas é uma tarefa essencial para medir seus esforços e entender como seu blog/site está se atuando.

Inclusive, não deixe de anotar esta dica, essa é a primeira tarefa do nosso dia: analisar o desempenho do blog do dia anterior e verificar se houve algum comportamento fora do esperado (negativa ou positivamente).

O Google Analytics e o Google Search Console são ótimos suportes para este processo!

Fique atento para analisar as seguintes métricas:

  • Número de visitantes únicos diários
  • Número de visitas
  • Número de pageviews
  • Posts mais acessados
  • Novos usuários x Usuários recorrentes
  • Taxa de rejeição
  • Tempo de permanência

Cada negócio possui determinadas particularidades, cabe a você identificar outros indicadores relevantes para seu negócio. Por exemplo, um ecommerce terá métricas diferentes de um blog, certo?

Diante desse fator, definir quais são seus KPIs (Key Performance Indicators ou Indicadores-chave de performance), inclusive, é um dos primeiros passos para iniciar qualquer estratégia de negócio. Dessa forma, você irá conseguir identificar se está evoluindo com a velocidade e qualidade que almeja.

Os KPIs são métricas objetivas que ajudam a medir e esclarecer o sucesso de uma determinada organização ou campanha.

Aqui você vai saber quais são os nove KPIs críticos que você deve acompanhar!

9 KPIs de SEO que você deve acompanhar

1. Sessões Orgânicas

As sessões orgânicas medem visitas ganhas ao seu site a partir de mecanismos como o Google e o Bing. A sessão é definida por uma visita ao site pelas ações realizadas pelo usuário durante essa visita e depois pela saída do usuário do site.

Se um usuário ficar ocioso, a sessão expirará após 30 minutos de inatividade por padrão. Um único usuário passa a ser responsável por inúmeras sessões.  O tráfego orgânico pode ser medido diretamente no Google Analytics ou você pode integrar os dados a uma ferramenta de relatórios, como o Agency Analytics, para melhor referência cruzada com outros pontos de dados.

O crescimento do tráfego orgânico é o principal indicador de desempenho mais importante, porque se alinha mais claramente ao objetivo no centro do SEO: obter mais olhos no seu site.

Um crescimento em sessões orgânicas tem algumas causas potenciais que podem ser identificadas por dados e posições de palavras-chave analíticas.

Por um lado, isso poderia significar mais pesquisas de marca. À medida que seus esforços de marketing digital e tradicional compensarem com o aumento da notoriedade da marca, você verá mais pesquisas pelo nome da sua marca ou produtos como resultado.

À medida que suas otimizações on-page e off-page começarem a pagar dividendos, seu website melhorará as classificações de palavras-chave, tanto as que você está segmentando quanto aquelas que você não se esforçou para alcançar.

A taxa de cliques esperada (CTR) aumenta com cada posição individual na página de resultados do mecanismo de pesquisa. Saltar do 3º para o 2º na página 1 pode resultar em um pico nas sessões orgânicas, sem mencionar se você conseguir pular da página 2 para a página 1 dos resultados de uma palavra-chave de alto volume.

Você pode ajudar a estimular sessões mais orgânicas criando um título de página relevante e atraente e escrevendo uma meta descrição com um apelo à ação claro e atraente.

O aumento das sessões orgânicas indica que você está ocupando mais espaço nos principais mecanismos de pesquisa, exatamente o que você espera alcançar com uma campanha de SEO em grande escala.

Os esforços de marketing digital e tradicional, on-page e off-page ajudarão você a continuar aumentando o número de sessões orgânicas.

2. Ranking de palavras-chave aumenta

Os rankings de palavras-chave são onde suas palavras-chave específicas são posicionadas nos principais mecanismos de pesquisa, como o Google ou o Bing.

Quanto mais próximo do número um, melhor.

Quanto maior o ranking do seu site para palavras-chave de alto volume (termos que são pesquisados ​​com frequência), melhor.

Existem algumas palavras-chave para as quais você irá naturalmente classificar, como o nome da sua marca ou palavras-chave de cauda longa altamente específicas, específicas para o seu serviço e localização. Outros farão parte de uma estratégia de longo prazo em um esforço para ganhar visibilidade para termos competitivos com alta intenção comercial.

O ranking de palavras-chave é um KPI essencial porque é o que os clientes relacionam diretamente com o sucesso do SEO. As melhorias no ranking de palavras-chave são o primeiro ponto de entrada para alcançar outros objetivos principais: mais tráfego, leads e vendas.

Você deve ficar de olho nos rankings de palavras-chave.

As flutuações são normais e as atualizações do algoritmo do Google podem causar uma volatilidade significativa, mas na visão de longo prazo você deve ver o crescimento.

Fique de olho, pelo menos, semanalmente, se não diariamente, pois uma queda nos rankings pode indicar um problema em seu site que precisa ser resolvido.

Mas não entre em pânico se vir pequenas quedas. A otimização excessiva é tão ruim quanto a otimização insuficiente.

Seus esforços de otimização na página e fora da página resultarão em melhorias nas classificações de palavras-chave.

Leia mais: Entenda a ação visionária da WebPeak que vai te ajudar a vender mais

3. Leads / Conversões

Os dois primeiros fatores de classificação estão relacionados à atração de visitantes do seu site a partir dos mecanismos de pesquisa, mas qual ação você precisa que os usuários executem depois que eles acessarem seu site?

Você deseja gerar um lead que esperamos que seja convertido em uma venda.

Um lead é qualquer tipo de contato com um cliente em potencial. Pode ser um:

  • Inscrição de newsletter;
  • Formulário de contato para envio de mais informações;
  • Chamada telefónica;
  • Inscrição para um webinar;
  • Compra concluída;
  • Se você configurar metas e eventos no Google Analytics, poderá acompanhar leads em várias dimensões:


Você tem uma taxa de conversão mais alta em dispositivos móveis em comparação a computadores?
Homens contra mulheres?

Qual página gera mais leads?
Você também pode configurar funis de meta para ver onde as pessoas desistem do processo e fazer melhorias em seu site e fazer uma iteração a partir dele.

Um aumento nos leads não significa apenas que você está atraindo mais visitantes para o site, mas esses visitantes estão concluindo a ação desejada em números cada vez mais altos.

Esse é um KPI essencial, pois se relaciona de maneira tão próxima ao objetivo comercial principal de aumentar a base de clientes e aumentar as vendas.

Para melhorar os resultados desse KPI, concentre-se na otimização da taxa de conversão (CRO) e na experiência do usuário (UX).

Seu site é fácil de navegar?
Os call-to-action (CTAs) são proeminentes e claros?
O conteúdo é confiável e persuasivo?
O usuário pode se mover pelo funil de conversão de maneira fácil e esperada?

4. Taxa de rejeição

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A taxa de rejeição é uma métrica que mede a porcentagem de sessões em que o usuário carrega a página e sai imediatamente sem executar nenhuma ação. Ela é calculada dividindo o número de sessões não interativas pelo número total de sessões.

Uma taxa de rejeição típica é entre 40 a 60 por cento, o que significa que cerca de metade de todas as sessões devem terminar sem ação. Mas isso vai variar muito dependendo da sua indústria / nicho. A taxa de rejeição é um KPI importante porque uma grande prioridade para os algoritmos dos mecanismos de pesquisa é satisfazer a consulta de pesquisa do usuário.

Quando um usuário pesquisa uma palavra-chave, o Google deseja mostrar a eles os resultados mais relevantes e da mais alta qualidade possíveis para resolver o problema.

Quando os usuários retornam à página de resultados de pesquisa, isso pode indicar que a página de classificação não é relevante, frustrante para navegar ou pode não ser confiável.

No extremo oposto do espectro, uma baixa taxa de rejeição indica que seu site é relevante, fácil / recompensador para navegar e satisfaz um limite mínimo de E-A-T.

Audite rotineiramente as páginas do seu site com alta taxa de rejeição e teste A / B de diferentes abordagens para ver se você pode melhorar esse número.

Não deixe de ler: Conheça o Google Panda, Hummingbird e os principais algoritmos do Google

5. Páginas / Sessão


Páginas por sessão é uma métrica simples que mede, em média, quantas páginas os usuários visitam durante uma sessão. Também conta as visualizações repetidas de uma única página.

O que é uma métrica forte de páginas/sessão? Isso dependerá da profundidade da arquitetura do seu site e da complexidade do seu acompanhamento de conversão.

Se você tiver um site de uma página, uma página por sessão será perfeita (você deverá analisar o tempo no site, nesse caso).

Se você tiver um site com conteúdo pesado voltado para informar o usuário ou um site de comércio eletrônico em que os usuários normalmente visualizam vários produtos e passar por um processo de checkout em várias etapas, você verá, em média, muito mais páginas por sessão.

Assim como outras métricas que acompanham o comportamento do usuário, as páginas por sessão são um KPI importante, pois indicam o valor / qualidade do site e como os usuários navegam por ele.

Ainda assim, ter um usuário visitando 100 páginas não é realmente valioso, a menos que você esteja preparando uma conversão agora ou mais tarde.

Certifique-se de que você tenha CTAs proeminentes e claros, mesmo em páginas internas profundas, para direcionar os usuários para o funil de conversão.

6. Duração Média da Sessão


A duração da sessão mede a duração média de uma visita ao seu site. Quanto mais aprofundado o seu conteúdo e estrutura do site, mais tempo você pode esperar que esta duração seja.

A duração da sessão é um KPI importante, pois indica a qualidade do conteúdo do seu site e o grau de incentivo dos usuários para ficar, ler e clicar mais na arquitetura do site. Se você vir uma queda na duração da sessão, algo mudou para frustrar seus usuários?

Continue a concentrar-se em CTAs proeminentes e claros para converter esse público cativo em um lead ou cliente.

Não deixe de ler: 10 estratégias de marketing para vender mais

7. Tempo de Carregamento da Página


Ainda não falamos disso, mas o tempo de carregamento da página é um colaborador subjacente à maioria das métricas discutidas até agora.

Pense em como você se comporta como usuário. Se um site está demorando muito para carregar, é mais provável que você retorne à página de resultados da pesquisa.

Se um site demorar muito a carregar, é menos provável que você explore páginas mais profundas no site. Também é provável que você tenha menos chances de converter, pois sua primeira interação com essa empresa foi frustrante.

O tempo de carregamento de página ideal varia de acordo com a complexidade do conteúdo e a paciência do usuário, mas a maioria dos usuários abandonará uma página se levar mais de três segundos para carregar.

Com cada segundo adicional de carregamento, espere que a taxa de rejeição aumente como resultado. Na verdade, uma página que leva 5 segundos para carregar aumenta a probabilidade de uma rejeição em 90% em comparação com uma página carregada em um segundo.

É muito mais fácil otimizar imagens, conteúdo e código durante a digitação, em vez de tentar corrigir uma década de código inchado, imagens em massa e cadeias de redirecionamento

Não deixe de ler: Quem deve se preocupar em ter páginas AMP?

8. Principais páginas de saída

Uma página de saída é a última página visitada por um usuário antes de encerrar a sessão, fechar a guia ou navegador ou procurar por um novo site.

Embora as pessoas estejam saindo do seu site, uma página de saída não é inerentemente negativa - um usuário pode sair da página de agradecimento ou comprar a página de confirmação, tendo uma experiência totalmente satisfeita.

No entanto, se uma alta porcentagem de usuários estiver saindo de uma página na qual você não pretende que sua jornada seja concluída, isso poderá ser uma oportunidade para melhorias em CRO / UX.

Você pode encontrar esses detalhes no Google Analytics navegando para Relatórios de comportamento > Conteúdo do site> Sair das páginas.

Você deve avaliar não apenas o número bruto de saídas, mas também a taxa de saída. Essa é uma porcentagem calculada dividindo o número de saídas pelo número de visualizações de página de uma determinada página.

Se você tiver uma taxa de saída alta para uma página que não seja uma página de saída, as otimizações serão necessárias.

9. Erros de Rastreamento

O Googlebot e outros rastreadores precisam poder ver e acessar totalmente o conteúdo do site para avaliar seu valor e relevância. Se o seu site apresentar erros de rastreamento, isso significa que o Googlebot está com problemas para acessar seu site ou ler seu conteúdo.

Erros de rastreamento podem ser encontrados no Google Search Console.

Você pode testar a rastreabilidade de uma página a qualquer momento usando a ferramenta "Buscar como o Google" no Search Console e selecionando a opção "buscar e renderizar".

Os erros de rastreamento podem estar no erro do servidor, se o Googlebot não puder se comunicar com o servidor DNS, o tempo limite da solicitação ou o site estiver inativo. Os erros de rastreamento também podem estar no nível do URL, se uma determinada página não existir mais ou tiver uma longa cadeia de redirecionamento.

Se você perceber um aumento nos erros de rastreamento, adote uma ação imediata, especialmente se os erros de rastreamento ocorrerem no nível do servidor ou se os erros de URL afetarem as páginas principais.

Separamos também para você: Google Search Console: tudo que você precisa saber sobre Webmaster tools

Empresas renomadas investem em SEO e Alcançam Maior Visibilidade e Faturamento

Para empresários e empreendedores, estar na internet nos dias de hoje é muito importante. É fundamental a compreensão de que uma página na internet ganha maior visibilidade e destaque. Para isso, aparecer em uma boa posição no ranking do Google ou de preferência na primeira página é essencial.

Como abordamos neste artigo as estratégias de SEO garantem o aparecimento nos principais mecanismos de busca, e é ideal para quem deseja ser visto. De acordo com o Search Engine Journal, 93% de todo o tráfego vem de um mecanismo de busca.

Outra pesquisa do SEO Trends aponta que 69,3% das empresas já utilizam a estratégia de SEO. Isso significa que se sua empresa ainda não está dentro dessa porcentagem, ela está atrás de seus competidores.

Investir em SEO é essencial para superar as limitações colocadas antes de se criar um site. A criação de conteúdo, seguida das métricas que já foram expostas, como presença de links internos e externos para conteúdos, utilização de títulos e subtítulos (h1, h2, h3) contendo a palavra-chave e autoridade do domínio são fatores que vão colocar seu negócio em destaque!

Não dá para perder tempo, ou deixar de investir em SEO, não é mesmo?

Esperamos que este conteúdo tenha sido relevante para seu planejamento. Não deixe de nos acompanhar e compartilhe com os amigos. Até a próxima! :)

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Victoria Ribeiro

Sou uma redatora cabulosa, estou aqui para sabotar seu raciocínio.

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