Em resumo
A migração para bare metal na Latitude.sh leva aplicações e bancos de dados para servidores físicos dedicados, com desempenho previsível, custo mais estável e provisionamento por API, inclusive em São Paulo. O projeto inclui diagnóstico de custo, arquitetura, migração em ondas e automação.
Em pelo menos 50% menos tempo do que outros players do mercado
Diagnóstico de custo e desempenho, dimensionamento, arquitetura, migração em ondas e automação.
Sinais
01.
A conta da nuvem pública cresce todo mês.
02.
Aplicações sofrem com vizinhos barulhentos e desempenho variável.
03.
Bancos de dados pesados exigem máquinas cada vez maiores.
04.
A latência para usuários no Brasil é alta.
Inventário de cargas, custos atuais, requisitos de desempenho e disponibilidade.
Dimensionamento, redes, storage, backup e segurança na Latitude.sh.
Migração em ondas, testes, corte e monitoramento.
Em detalhe
Servidores bare metal são máquinas físicas dedicadas, sem virtualização compartilhada, com desempenho previsível e custo mais estável que instâncias equivalentes em nuvens públicas. A Latitude.sh, empresa nascida em São Paulo, oferece bare metal com a automação de uma nuvem pública: provisionamento por API, em várias localidades, incluindo São Paulo.
A Webpeak migra cargas para a Latitude.sh em pelo menos 50% menos tempo do que outros players do mercado, com roteiros de migração e arquiteturas de referência já testados.
A Webpeak é parceira oficial da Latitude.sh e opera infraestrutura, containers e monitoramento no dia a dia, o que permite migrar sem improviso e sustentar o ambiente depois.
FAQ
Para cargas constantes e pesadas, costuma ser. O diagnóstico compara os dois cenários antes da decisão.
Tem. São Paulo está entre as localidades da Latitude.sh.
Dá. A plataforma oferece API e integração com ferramentas de infraestrutura como código.
Não. A migração é feita em ondas, com testes e janela de corte planejada.
A Webpeak migra para a Latitude.sh em pelo menos 50% menos tempo do que outros players do mercado.