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Escolher arquitetura de nuvem não é mais uma tarefa apenas da TI. Essa decisão estrutural mexe com custos, segurança, velocidade de entrega e capacidade de crescer sem travar o negócio.
O problema é que, mesmo para quem já está familiarizado com a ideia de “ir para a nuvem”, a sensação é de que existe sempre uma camada de neblina entre teoria e prática, especialmente na hora de comparar tipos de cloud e decidir qual modelo faz sentido agora, e qual vai continuar fazendo sentido daqui a dois anos.
Este guia vai te ajudar a compreender porque arquitetura não é escolha por catálogo, mas sim uma decisão estratégica.
Acompanhe a leitura!
Comparar ambientes molda a operação inteira. Para simplificar, pense nas perguntas essenciais:
Oscilação intensa puxa para pública; previsibilidade constante pode justificar privada.
Influencia a distribuição geográfica e aproxima decisões de multicloud.
Compliance pode ditar parte da arquitetura.
Híbrido e multicloud ampliam ganhos, mas exigem organização.
Essas respostas reduzem ruído e revelam o que realmente importa: as demandas de negócio.
Mas agora, confira os principais tipos de cloud:
A nuvem pública já ganhou fama de “porta de entrada”, e por um bom motivo. Ela oferece escala imediata, disponibilidade global e acesso rápido a recursos que, on-premise, levariam meses para chegar.
Entre os tipos de cloud, este é o que mais se adapta a demandas voláteis. Tráfego cresce? Você acompanha. Tráfego cai? Você recua sem pagar por máquina ociosa.
No entanto, muitas pessoas ignoram que a nuvem pública também exige disciplina. Sem controle de permissões, políticas claras e governança, o custo sobe silenciosamente. E quando sobe, costuma ser pela soma de pequenos desperdícios, não por um único erro.
Com o serviço de Cloud da WebPeak, a equipe não deixa o cliente “solto” no ambiente, pelo contrário, dimensiona, monitora consumo, define o que escalar e o que não faz sentido escalar. Nuvem pública é ótima, mas só se houver transparência e limite. Sem isso, vira susto.
Para algumas empresas, rodar tudo em ambiente compartilhado não faz sentido. Exigências regulatórias, volume sensível de dados ou padrões avançados de segurança puxam a decisão para uma nuvem privada.
Entre os tipos de cloud, este é o que mais preserva controle e previsibilidade, justamente porque a infraestrutura é dedicada.
Mas isso não significa rigidez. A nuvem privada moderna não está mais presa ao data center próprio. Ela pode ser hospedada, gerenciada por terceiros e totalmente customizada, sem perder isolamento. Portanto, abre espaço para arquiteturas de longa vida útil, sem o acúmulo de hardware desnecessário.
O ponto de atenção é a escala. Crescer em ambiente privado significa planejamento. Não basta “aumentar recursos”: é preciso garantir que a operação comporte a expansão sem gargalos. Na WebPeak, esse processo não é tratado como simples upgrade.
Na verdade, é uma etapa de alinhamento entre arquitetura, custo e ritmo de negócio. O resultado é que a nuvem privada deixa de ser um “cofre caro” e vira um ambiente funcional, vivo e sustentável.
A nuvem híbrida é o meio-termo mais sofisticado entre os tipos de cloud. Não porque é “melhor”, mas porque é flexível. Ela conecta ambientes privados e públicos de modo que as cargas possam circular conforme a necessidade, seja por custo, segurança, latência ou compliance.
Isso significa, por exemplo, manter aplicações de dados sensíveis em ambiente privado, enquanto workloads de uso variável rodam na nuvem pública. Ou criar pipelines distribuídos, com cada parte vivendo no ambiente mais eficiente.
Só que nuvem híbrida não é um mosaico improvisado. Para funcionar, ela exige padrão: gerenciamento centralizado, políticas coerentes, automação e integração verdadeira. Aqui, muitas estratégias falham, pois empresas criam dois ambientes e os conectam superficialmente, achando que isso configura híbrido. Não configura.
A WebPeak trabalha com a lógica inversa. Antes de falar em híbrido, entende fluxos, dependências e o que realmente precisa se mover.
A partir disso, constrói um ambiente que se comporta como um só: com portabilidade real, segurança contínua e capacidade de adaptação. Para uma arquitetura de longo prazo, esse tipo de alinhamento é o que evita retrabalho.
Há quem confunda multicloud com híbrido, mas são coisas distintas. A multicloud utiliza vários provedores de nuvem, independentemente do tipo de ambiente (público ou privado). Ela ganhou força porque evita dependência excessiva e permite escolher o que cada provedor tem de melhor: desempenho, APIs, regiões, custos ou especializações.
Entre os tipos de cloud, esse é o que mais libera possibilidades, e também o que mais exige maturidade de operação. Por quê? Porque cada ambiente cloud tem regras, limites, nomenclaturas e modelos de cobrança diferentes. Coloque três provedores na mesma arquitetura e, se não houver padronização, o cenário vira caótico.
A WebPeak trata a multicloud com rigor técnico. A estratégia inclui:
A multicloud, quando tratada como projeto sério, não como coleção de ambientes, aumenta resiliência, reduz riscos e traz flexibilidade real.
Além de escolher uma arquitetura “bonita”, o papel da WebPeak é fazer você escolher aquela que funciona e que continua funcionando quando o negócio cresce, muda ou enfrenta picos inesperados. A análise estratégica feita pela equipe envolve:
A WebPeak entrega um desenho completo de como a empresa vai operar na nuvem e como vai evoluir nela. No atual mercado, faz com que os tipos de cloud deixem de ser conceitos e se tornem decisão calculada.
Fale com um especialista Webpeak para alavancar o seu negócio.


